Esta página reúne informações educacionais sobre o Chenodal / Travere (Ácido quenodesoxicólico (Chenodiol)), medicamento indicado para cálculos biliares radiolúcidos e xantomatose cerebrotendínea (ctx). O conteúdo a seguir tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde.
O que é?
Comprimido revestido com ácido chenodesoxicólico (chenodiol), um ácido biliar que diminui dissolução de colesterol na bile.
Para que é indicado?
Dissolver cálculos biliares radiolúcidos em pacientes com vesícula funcional em quem cirurgia é arriscada; também utilizado em xantomatose cerebrotendínea (CTX), conforme literatura médica.
Quer tirar dúvidas específicas sobre o processo de importação do Chenodal / Travere — Ácido quenodesoxicólico (Chenodiol)? Fale com um consultor da Urbanbox.
Dados do medicamento
- Nome comercial: Chenodal / Travere
- Princípio ativo: Ácido quenodesoxicólico (Chenodiol)
- Fabricante / Laboratório: Manchester Pharmaceuticals, Inc., para Travere Therapeutics
- Apresentação: 250 mg — 100 comprimidos

Composição
Chenodiol (ácido chenodesoxicólico) 250 mg por comprimido. Amido pregelatinizado, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho modificado, estearato de magnésio; revestimento com Opadry YS-2-7035 (metilcelulose + glicerina) e lauril sulfato de sódio.
Como deve ser usado / dosagem
Administração oral, com monitoramento periódico — descontinuar se sem dissolução após 12–18 meses. Dosagem: 13–16 mg/kg/dia em doses fracionadas manhã e noite. Iniciar com 250 mg 2×/dia por 2 semanas, aumentando 250 mg/dia semanalmente até alcançar dose ideal máx. ~16 mg/kg/dia.
Efeitos colaterais
Comuns: diarreia (30–40 %), elevação de enzimas hepáticas (>30 %). Outros: desconforto abdominal, náusea, artralgia, constipação, flatulência. Graves e riscos: hepatotoxicidade significativa, hepatite colestática, insuficiência hepática (monitorar ALT/AST; suspender se >3× o limite normal). Recorrência de cálculos ~50% após 5 anos.
Contraindicações
Doença hepática ativa ou obstrutiva, litíase calcificada (radiopaca) ou pigmentada, vesícula não visualizada ou complicações de cálculos (pancreatite, colecistite aguda, fistula), gravidez (categoria X) e lactação, pacientes pediátricos (segurança não estabelecida).
Advertências
Monitoramento obrigatório de função hepática: mensal nos 3 primeiros meses, depois trimestralmente. Ultrassonografia ou oral-colangiografia a cada 6–9 meses para avaliar dissolução de cálculos. Suspender se elevação hepática persistente ou >3× limiar normal. Avaliar perfil lipídico semestralmente, pois pode aumentar colesterol. Manter dieta saudável e controle de peso para evitar recidiva.
Como qualquer medicamento, a indicação, a dosagem e a frequência de uso devem ser avaliadas individualmente por um médico, que considerará peso, histórico clínico e gravidade do quadro do paciente.
Como obter via importação assistida
Quando um medicamento não possui registro comercial ativo no Brasil, a legislação brasileira prevê a importação para uso pessoal, desde que haja prescrição médica e o paciente cumpra os requisitos regulatórios. A Urbanbox é uma assessoria especializada que conduz esse processo em conformidade com a RDC nº 81/2008 da ANVISA.
Em linhas gerais, o processo envolve:
- Apresentação da prescrição médica em português, com posologia e identificação do paciente
- Envio de documentos pessoais (identidade, CPF, comprovante de residência)
- Análise personalizada e formalização da assessoria
- Acompanhamento do transporte internacional e da liberação alfandegária
- Entrega ao paciente
O prazo médio é de 15 a 25 dias úteis contados a partir do recebimento completo da documentação. Produtos de saúde para uso pessoal possuem isenção de imposto de importação até US$ 10.000, conforme a legislação brasileira vigente.